A holding familiar permite decidir em vida como o patrimônio será transmitido, organizado e administrado — evitando o caro e problemático processo de inventário. A Reis Advocacia analisa o seu caso e diz se a estrutura faz sentido pra você.
é quanto um inventário costuma consumir do patrimônio, somando imposto, custas de cartório/justiça e honorários.
hoje é o teto do ITCMD — imposto sobre herança — agora progressivo em todos os estados: quanto maior o patrimônio, maior a alíquota.
é o prazo médio de um inventário — período em que contas ficam bloqueadas e os bens, indisponíveis para a família.
A Lei Complementar 227/2026, que regulamentou a Reforma Tributária, alterou as regras do imposto sobre herança e doação. Quem tem patrimônio no CPF é diretamente afetado.
Acabou o "valor histórico": a base de cálculo do ITCMD migra para o valor de mercado atualizado dos bens. Para quem tem imóveis antigos declarados pelo valor de compra, a conta da sucessão muda bastante.
No inventário, quem define o valor dos bens é o fisco — e não é raro o patrimônio ser avaliado acima do valor real de mercado. A família paga imposto sobre um número que nunca viu, e ainda precisa brigar para contestar.
Além do teto de 8% já vigente, tramita no Senado proposta para dobrar o limite do ITCMD para 16% (PRS 57/2019). Some-se a discussão sobre tributação de grandes fortunas: a direção do país é clara — quem tem patrimônio vai pagar mais para transmiti-lo.
Novas alíquotas estaduais só passam a valer no ano seguinte à aprovação em cada estado. Quem organiza a estrutura antes, organiza pelas regras de hoje — quem deixa para depois, organiza pelas regras que vierem.
Conteúdo informativo baseado na legislação vigente. Cada caso exige análise individual — é exatamente isso que o diagnóstico faz.
em patrimônio já estruturado e protegido
famílias atendidas
advogados atuando na área de holding
de atuação no mercado
Gefferson Reis e a equipe Reis Advocacia
Advogado · Reis Advocacia
Advogado há mais de 18 anos e especialista em planejamento patrimonial familiar, Gefferson já atuou em centenas de casos envolvendo sucessão, patrimônio e organização familiar. Casado há 30 anos e pai de três filhos, foi essa vivência pessoal — somada à experiência jurídica — que o levou a se dedicar integralmente a ajudar famílias a organizarem seus bens em vida e evitarem o inventário, sempre com um princípio: explicar em linguagem simples e só recomendar o que o caso realmente pede.
Com a holding, você evita que o inventário aconteça — e, junto com ele, o imposto alto, os anos de tramitação e a briga entre herdeiros. O patrimônio já chega organizado à próxima geração.
O patrimônio é transmitido conforme as regras definidas em vida — a família não fica anos esperando um processo pra acessar o próprio patrimônio.
Quem administra, quem decide, o que pode ser vendido: tudo definido em contrato. A maior causa de conflito familiar não é o imposto — é a falta de regra.
Se há empresa na família, a holding define a governança: sócios, banco e fornecedores sabem exatamente o que acontece se o fundador faltar.
Em todos os cenários a estrutura reduz os custos da transmissão do patrimônio. O quanto se economiza depende da composição dos bens — é isso que calculamos no diagnóstico.
Pode soar estranho vindo de quem vive de estruturar holdings — mas faz parte de como trabalhamos.
Nem toda família precisa de uma holding. E dizemos isso já no diagnóstico. Não empurramos uma estrutura que o seu caso não pede — se fizer sentido, seguimos juntos; se não fizer, você sai sabendo exatamente por quê.
Quando faz sentido, o ganho é real: você evita que o inventário aconteça — e evita, junto com ele, a briga na Justiça, o desgaste e os impostos altos. A holding coloca tudo isso sob seu controle, em vida, com economia de verdade.
Uma conversa objetiva (por WhatsApp ou vídeo) sobre a composição do seu patrimônio e da sua família. Você sai sabendo se a holding se aplica — e por quê.
Primeiro passoSem compromissoSe fizer sentido seguir, desenhamos a estrutura sob medida: tipo societário, regras de administração, cláusulas de proteção e o passo a passo da implantação.
Constituição da holding, transferência dos bens e orientação contínua — com a família entendendo cada etapa, em linguagem simples.
O diagnóstico é uma conversa direta e sem compromisso: você conta como está o patrimônio, e nós dizemos com franqueza se a holding se aplica ao seu caso — e qual o caminho, se não se aplicar.